Categoria: Cultura Pop

Comece hoje a cometer erros fantásticos!

“Se você tem ideia do que quer fazer, do que veio fazer, então simplesmente vá e faça. Isso é mais difícil do que parece, e às vezes, no final, bem mais fácil do que você pensava.”

Há momentos em que a gente precisa de um verdadeiro empurrão, algum impulso pra seguir em frente.Quem nunca pensou em desistir de alguma coisa? Algo dá errado no início e você pensa que o fim será trágico e não aproveita o caminho. Todos passamos por situações difíceis, complicadas, às vezes chegamos ao fundo do poço e não sabemos mais para onde seguir. O que poucos param pra pensar ~eu mesmo nunca tinha me atentado a isso~ é que podemos mudar, podemos fazer boa arte com os problemas e ver o lado bom de tudo. É isso que nos ensina o mestre, Neil Gaiman.

“O impulso no início é copiar. E isso não é ruim. Muitos de nós só encontram a própria voz depois de soar como várias outras pessoas. Mas a única coisa que só você e mais ninguém tem é você. Sua voz, sua mente, sua história, sua visão.”

Em Erros Fantásticos, o discurso “Faça Boa Arte”, de Neil Gaiman, nós não temos um personagem, ou uma história. Encontramos aqui as palavras sábias do autor transformadas dignamente no papel. Vale lembrar que em 17 de maio de 2012, o escritor subiu ao palco e discursou para estudantes da University of the Arts, na Filadélfia, Estados Unidos, sobre o início da sua carreira, como foi conquistar um lugar, ou não, no mercado sem ter cursado uma universidade, planos de carreira e listas de coisas pra fazer.

No discurso, Gaiman debate sobre temas importantes como as dificuldades em ser artista e o quanto a arte pode ser boa para todos. Muitas vezes inverter algo, tirar do lugar, mudar posições, um simples erro pode mudar tudo e ficar ainda melhor. Errar pode ser fantástico!

“Cometam erros interessantes, impressionantes, gloriosos, fantásticos. Quebrem regras. Deixem o mundo mais interessante por estarem nele.”

O livro foi lançado no Brasil pela editora Intrínseca que manteve a mesma diagramação e capa original, apenas traduzindo todo material. O design ficou por conta de Chipp Kidd, que aliás, conseguiu transformar de uma maneira magnifica o texto de Gaiman, utilizando recursos de metalinguagem. Ele fez boa arte, foi criativo e inspirador. Kidd conseguiu fugir dos padrões convencionais, quebrou regras e trabalhou com o que sabe fazer de melhor. O discurso associado a diagramação deixaram o livro sensacional.

Cometer erros, mudar as coisas de lugar, quebrar tabus e paradigmas, e claro, fazer boa arte! Lições que eu levarei pra vida. Obrigado Neil Gaiman <3 Abaixo você pode acompanhar o discurso feito por Neil Gaiman. Pare tudo que você está fazendo, pois são 19 minutos inspiradores!

Quer comprar o livro? É só clicar aqui! Quer saber mais sobre livros, séries e quadrinhos? Então acesse www.diegodigno.com 😉

Bjs

Categoria: Cultura Pop

Playlist da Semana

Que tal começar a semana com uma indicação de playlist? Essas músicas que indicarei pra vocês, são as que estou ouvindo sem parar nos últimos dias! Pode ser que muitas delas vocês já estão casados de ouvir, massssssss confesso que por muitas vezes não edito a lista com frequência e ouço as mesmas sem parar!

Dêem um PLAY abaixo e comecem a semana animados e inspirados!

Alok, Bruno Martini feat. Zeeba – Hear Me Now (Official Music Video)

The Weeknd – I Feel It Coming ft. Daft Punk 

The Chainsmokers – Closer ft. Halsey

Calvin Harris – My Way

Ed Sheeran – Shape Of You

The Weeknd – Starboy ft. Daft Punk

Zayn feat Taylor Swift – I Don’t Wanna Live Forever (Fifty Shades Darker)

Shakira – Chantaje ft. Maluma

Sia – The Greatest

Zara Larsson – I Would Like

Já tenho várias para um próximo post! Quero dicas de músicas de vocês também, deixem aqui nos comentários!

Beijos
Anna

Categoria: Cultura Pop

Dicas de Livros de Moda

Hello amores!

Andei pesquisando para saber quais são os livros de moda essenciais para quem “coleciona” assim como eu, além de serem ótimos para aumentar meu conhecimento sobre estilistas, história da moda, tendências e várias coisa que envolvem o mundo fashion.

Oscar de La Renta

Romântico chic, ele foi protagonista dos tapetes vermelhos. Conquistou o guarda-roupa de primeiras-damas, atrizes e celebridades, como Audrey Hepburn, Jacqueline Kennedy, Hillary Clinton, Sarah Jessica Parker, Rihanna e Penélope Cruz.

A primeira retrospectiva da vida e dos 50 anos de carreira de Oscar de La Renta (1932-2014) engrandece o De Young Museum, de São Francisco, nos Estados Unidos, até 30 de maio, com mais de 120 produções do estilista. De quebra, o catálogo da exposição coroa a homenagem: em 280 páginas, o livro é, nas palavras dos editores, um “levantamento histórico” dos trabalhos ilustres de Oscar.

Além de reunir as peças expostas em São Francisco, as páginas trazem desenhos, fotos de bastidores das passarelas, ensaios para revistas de moda e muita informação em textos que revelam traços da vida pessoal e profissional do designer, sua relação com a arte, a fotografia e a imagem da mulher moderna. É para cair de amores.




Oscar de La Renta, Prestel Publishing, R$ 240.

John Galliano

Entre altos e baixos, a carreira de John Galliano nunca decepciona quando o assunto é excentricidade. O espectro de estranheza e fantasia que envolve o trabalho do britânico sai das passarelas para as páginas ilustradas do novo livro de David Foy – autor com clara preferência por figuras polêmicas, como Lady Gaga e Madonna, sobre quem organizou livros de fotos com a trajetória das divas.

Do primeiro desfile, na prestigiada Saint Martins College of Art and Design, em Londres, às passagens pelas grifes Givenchy e Dior, a publica- ção relembra momentos icônicos e controversos, como as coleções Americana Meets Orient, no outono/inverno de 1997, e Haute Homeless, na primavera/ verão de 2000.

O livro é certeiro ao descrever o legado do estilista: “Galliano será lembrado como um gênio criativo imperfeito, mas humano”.

 


Galliano: Fashion’s Enfant Terrible
, Unicorn Press, R$ 88.

Issey Miyake

A sensibilidade do estilista japonês Issey Miyake captou que doses certas de tecnologia e tradição o levariam ao rompimento de paradigmas. “Quero ir para a frente, quebrar os moldes”, disse em entrevista ao jornal Te New York Times em 1983.

E assim foi: suas criações, quase poéticas, atingiram o equilíbrio entre praticidade e sofisticação – como os então inovadores plissados, que introduziu na década de 1980, com a coleção Pleats Please. Um pouco mais dessa história (e toda a linha do tempo da carreira do designer) está no livro Issey Miyake, catálogo da exposição homônima em cartaz até junho no museu The National Art Center, de Tóquio.

A publicação, da editora britânica Taschen, também traz o olhar do fotógrafo Yuriko Takagi sobre as inven- ções de Miyake, em um ensaio impressionante, que capta a essência do estilista japonês: aproximar o dia a dia do inimaginável.

Issey Miyake, Taschen, R$ 250.

Boa leitura!

Beijos
Anna